Valorização real em 3 anos (Jan/2023 → Dez/2025)
A narrativa é bonita, mas o que move preço é oferta, demanda e velocidade de absorção. Quando o m² sobe forte e o estoque some, você não está olhando “moda”: está olhando inflexão.
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Se você ainda enxerga João Pessoa como “a capital das praias tranquilas”, está perdendo o que os dados mostram com clareza: um movimento de capital agressivo no Real Estate, guiado por escassez de produto, urbanização de lazer e reprecificação acelerada do m². A leitura abaixo organiza o cenário com números e o que eles significam na prática.
A narrativa é bonita, mas o que move preço é oferta, demanda e velocidade de absorção. Quando o m² sobe forte e o estoque some, você não está olhando “moda”: está olhando inflexão.
O dado que separa “curiosidade” de “tese” é a escassez física de produto: para cada lançamento, o mercado está absorvendo múltiplas unidades. Isso desloca poder de precificação para quem já tem ativo pronto.
Liquidez imediata e percepção premium. Em 2026, atenção extra para “studios sem vaga”: o mercado começa a punir ativos incompletos.
Quando parque linear, serviços e conveniência encaixam, o bairro vira “produto completo”. Isso aparece no aluguel e no valor de reposição.
Reserva de valor com luxo racional: plantas amplas e múltiplas vagas por um preço que, muitas vezes, ainda compete com compactos de orla.
O dado mais relevante para qualquer investidor sério não é a beleza da orla — é a escassez física de produto. Em 2026, João Pessoa já opera num ponto de inflexão: para cada 1 imóvel lançado, o mercado vendeu 4,2 unidades. Quando essa queima de estoque acontece, a “gordura” de imóveis prontos seca, e a Lei de Oferta e Procura fica visível no preço do dia a dia.
Isso também muda o comportamento do comprador: ele aceita menos “desconto por detalhe” e passa a pagar mais por ativos completos (vaga, posição, ventilação, planta, condomínio e capacidade de revenda).
O m² médio da cidade saiu de R$ 5.434 em 2023 para R$ 7.970 ao final de 2025. Na prática, isso representa +46,67% em três anos — um tipo de movimento que costuma aparecer quando o eixo de crescimento se desloca e a infraestrutura começa a “vender” junto com o imóvel.
O Cabo Branco rompeu a barreira de R$ 12.000/m² para venda e sustenta preço em locação na casa de R$ 61,20/m², com 72,5% do fluxo turístico concentrado. O ponto de atenção em 2026 é claro: ativos “compactos demais” e sem vaga começam a perder força frente a opções completas.
Com m² consolidado em R$ 10.192, a região se fortalece quando infraestrutura pública e conveniência viram “argumento de compra”. A entrega do Parque Parahyba IV (43,6 mil m²) e o ecossistema de serviços no entorno puxaram um aumento de +63% no valor de locação no período.
O Altiplano sustenta a lógica de reserva de valor com R$ 9.708/m² e uma proposta de luxo racional: plantas amplas, padrão elevado e múltiplas vagas — muitas vezes por um preço inferior ao de compactos “apertados” na orla.
O segredo dos investidores mais técnicos em 2026 está na arbitragem: enquanto novos lançamentos na orla pedem tickets altos, o mercado de usados premium em bairros como Miramar e Manaíra ainda oferece ativos em torno de R$ 4.200/m² em alguns recortes. A estratégia é objetiva: comprar abaixo do custo de reposição, fazer uma reforma estética inteligente e capturar a reprecificação inevitável quando a escassez de produto “empurra” todo o mercado secundário.
João Pessoa, junto com Cabedelo, movimentou cerca de R$ 2,94 bilhões no último ciclo. Com investimentos pesados em infraestrutura e a consolidação de novos polos, a capital paraibana não está apenas “na moda” — ela está redefinindo o topo do mercado de investimentos no Nordeste.
Se você quer ir além do “achismo” e ver oportunidades com critério técnico, vale acompanhar a curadoria e os relatórios do Grupo LIVORO.


