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João Pessoa Airbnb / short-stay Números 2026

O Nordeste no topo do yield: por que o Airbnb em João Pessoa rende 30% mais que no Sudeste (os dados reais)

Se você ainda busca rentabilidade no aluguel residencial tradicional em grandes capitais do Sudeste, os dados de 2026 sugerem uma realidade prática: no short-stay, João Pessoa combina custo de entrada ainda assimétrico com demanda de lazer e estadia mais longa, o que tende a elevar eficiência de faturamento.

A batalha dos números: 13,2% vs. ~10%

Em mercados onde o m² ficou caro demais, a rentabilidade tende a comprimir. Em João Pessoa, a relação entre preço de entrada e faturamento do short-stay sustenta uma referência de eficiência.

13,2%
vs. ~8% a 10% assimetria

Preço subiu — e mesmo assim a conta fecha

Mesmo com valorização forte nos últimos anos, ainda existe janela quando o aluguel “paga” mais do que o ativo custa, principalmente em produtos completos.

+46%
reprecificação

84% lazer/família: o perfil que estabiliza

Ao contrário de hubs corporativos, a demanda aqui é de experiência. Isso melhora previsibilidade e reduz “micro-vacâncias”.

84%
lazer

Estadia média de 9 dias

Estadia longa diminui custo por período ocupado: menos giro, menos limpeza e menor desgaste operacional.

9 dias
menos giro

Diária e faturamento

Diárias na faixa de R$ 250 em João Pessoa e chegando a R$ 330 em Cabedelo podem levar a alta temporada acima de R$ 11 mil por unidade.

R$ 250–330
R$ 11.000+

Dashboard do short-stay (referências 2026)

MétricaValorLeitura prática
Yield bruto13,2% a.a.Eficiência entre preço e faturamento
Benchmark (mercados caros)~8% a 10%Compressão por alto custo do m²
Permanência média9 diasMenos giro e menor custo operacional
Perfil do hóspede84% lazer/famíliaDemanda mais estável
Diária média (JP)R$ 250Base de ticket
Diária (Cabedelo)R$ 330Ticket premium
Alta temporada (unidade)R$ 11.000+Potencial mensal em calendário forte

Referências informativas. Resultado varia por tipologia, padrão, vaga, fotos, gestão, sazonalidade, condomínio e localização exata.

O que sustenta o topo do yield

  • Produto completo (vaga quando o mercado exige, planta funcional, padrão coerente).
  • Operação profissional (foto, anúncio, precificação, limpeza e manutenção).
  • Lazer real (o hóspede paga por experiência, não por “fachada”).
  • Demanda no raio (serviços, mobilidade e fluxo consistente).

Perguntas frequentes

Yield bruto é igual a lucro?

Não. Yield bruto é receita antes de custos. No líquido entram taxa de plataforma, condomínio, IPTU, enxoval, manutenção, limpeza, depreciação e possíveis períodos de vacância.

Por que estadia longa melhora a operação?

Porque reduz check-in/check-out, diminui custos de limpeza e lavanderia por dia ocupado e tende a reduzir desgaste do imóvel.

O que mais “derruba” o desempenho em 2026?

Produto commodity: unidades pequenas demais, sem diferenciais e (em muitos casos) sem vaga. Isso empurra para guerra de preços e desconto.

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1) A batalha dos números: yield de 13,2% vs. 10%

Em destinos onde o custo de aquisição do m² ficou muito alto, a rentabilidade bruta anual raramente passa da casa de ~10%. Em João Pessoa, a referência de 13,2% ao ano aparece pela assimetria: mesmo com o preço subindo, o faturamento do aluguel por temporada ainda pode ser desproporcional ao valor do ativo em recortes bem escolhidos.

Em linguagem direta: onde o custo de entrada ficou “caro demais”, o retorno comprime. Onde ainda há janela e demanda consistente, o yield respira.

2) O fenômeno da “estadia de 9 dias”

Diferente de hubs corporativos, onde a rotatividade é alta e a estadia média costuma ser curta, o perfil em João Pessoa é majoritariamente familiar e de lazer (84%). A permanência média de 9 dias muda a conta:

  • Menor vacância operacional: calendário cheio com menos trocas.
  • Menor custo: menos limpezas e lavanderia por período ocupado.
  • Ticket robusto: diárias em torno de R$ 250 (JP) e chegando a R$ 330 (Cabedelo) podem levar a alta temporada a R$ 11.000+ por unidade.

3) Onde a moeda gira: Cabo Branco vs. Bessa/Jardim Oceania

Cabo Branco (liquidez máxima)

É o bairro para quem busca fluxo de caixa mais imediato — quando o produto está certo (tipologia, padrão e logística do hóspede).

Bessa/Jardim Oceania (valorização do aluguel)

Quando a urbanização de lazer encaixa com serviços e conveniência, o aluguel tende a capturar o ágio mais rápido — principalmente com demanda premium.

4) O alerta: a armadilha do studio “commodity”

O mercado de 2026 ficou mais competitivo em compactos. A linha que separa lucro de guerra de preços é, muitas vezes, simples: vaga de garagem e diferenciais reais. Studio pequeno sem vaga tende a virar commodity — e commodity vira desconto.

Conclusão: entre na soberania

A Paraíba deixou de ser “aposta de verão”. Com short-stay eficiente e um ciclo de escassez e reprecificação, quem entra bem posicionado tende a capturar não só o yield, mas também a valorização do ativo no tempo.

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